Colégio Nossa Senhora do SS. Sacramento

9 de set. de 2010

Aí vem a chuva

Aí vem a chuva!
Estou no molhado...
Toma lá o meu chapéu,
Estou no molhado...
Vem cá, meu bem!
Estou no molhado...
Toma lá o seu chapéu,
Estou no molhado...
Vem cá, meu bem!
Estou no molhado...
Canção Folclórica apresentada pelo 1º ano da Tia Cynthia Moura.

Semana da Pátria - Presença da Marinha do Brasil

8 de set. de 2010

A Flor Amarela

  (Cecília Meireles)
Olha a janela
da bela Arabela.
Que flor é aquela
que Arabela molha?
É a Flor Amarela.

(apresentação dos alunos do I Período  - Tia Michele)

6 de set. de 2010

Pátria e Cidadania

Estamos em plena “Semana da Pátria”. Iniciamos o mês da Bíblia com a reflexão sobre o lugar onde vivemos. O país faz parte de nossa própria tradição pessoal. O homem é obrigatoriamente ligado à terra, ao seu território. Mesmo agora, com toda globalização, experimentamos como a busca das raízes e das nacionalidades aumenta ainda mais.

A nação incorpora-se ao ser da dignidade da pessoa enquanto cidadão que é. A nação é o lugar privilegiado não só de suas características naturais como planícies, rios, montanhas e o solo, mas é, principalmente, onde nossos antepassados deixaram a sua marca, onde eles cresceram, onde eles construíram a sua história de vida, e que nós herdamos esses valores. Essa realidade nos impulsiona a amar a nossa pátria. Aqui também encontramos a preocupação com os migrantes e também o espírito cristão, que sabe que é sempre estrangeiro enquanto caminha para a pátria definitiva e, ao mesmo tempo, sabe que sente como sua pátria todos os lugares onde está. Porém, o amor às raízes e a nossa responsabilidade pelo bem comum, seja onde nascemos, seja onde fomos adotados, faz com que, mesmo não perdendo de vista a globalidade das preocupações humanas, tenhamos também o nosso trabalho na construção de um mundo mais justo e solidário.


Leia todo o artigo http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-orani-joao-tempesta/4587-patria-e-cidadania

7 de setembro


Denomina-se Independência do Brasil ao processo que culminou com a emancipação política do nosso país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data adotada é 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado Grito do Ipiranga. Segundo a história oficial, às margens do riacho Ipiranga, hoje de São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!

A moderna historiografia em História do Brasil, afirma que o início do processo de independência se deu com a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil a partir de 1808, quando a Corte Portuguesa transferiu-se para o Brasil, fugindo das tropas de Napoleão Bonaparte. O regente Dom João VI abriu os portos do país, permitiu o funcionamento de fábricas e fundou o Banco do Brasil. O país tornou-se, em 1815, Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Em 1818, Dom João VI foi coroado rei. Três anos depois voltou para Portugal, deixando seu filho mais velho, Dom Pedro, como regente do país.
Apesar de tanta luta e movimentação, a Independência do Brasil não trouxe grandes mudanças sociais. O povo mais pobre continuou pobre e nem sequer entendeu o que significava estar livre de Portugal. A escravidão se manteve, os grandes fazendeiros continuaram com suas terras e cada vez mais ricos. Enfim, a libertação foi somente no papel.
"É muito importante manifestar o patriotismo e é esse o objetivo desse evento". Mas não podemos parar por aqui, precisamos refletir sobre nossos deveres e direitos como cidadãos brasileiros, sobre nossas ações e nossos valores, procurando sempre honrar a nossa pátria e a partir daí fazer o melhor por ela. Precisamos buscar uma independência completa (política, moral, social e econômica) para enfim construirmos um Brasil com a “cara” dos brasileiros.

Professora Nelma Poliana

Licenciada em História e Pós-graduada em Psicologia Educacional